Wimbledon: Roger Federer sofre virada histórica, e Serena Williams disputa a 10ª final

Aos 36 anos, a norte-americana atinge sua primeira final desde o seu retorno às quadras, em fevereiro deste ano, após dar a luz a sua primeira filha. O Torneio de Wimbledon é apenas o quinto evento de que participa a veterana na temporada 2018. Seu ranking atual é apenas o 181ª, mas, com a vaga na final, ela deve saltar ao menos para a 28ª posição.

A norte-americana superou com facilidade a alemã Julia Görges pelo placar de 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 6/4, em apenas 1h10min. Na decisão, Serena vai reencontrar outra alemã, Angelique Kerber, que levou a melhor na primeira semifinal do dia, ao superar a letã Jelena Ostapenko por duplo 6/3. Kerber vai disputar a final de Wimbledon pela segunda vez na carreira. Na primeira, perdeu justamente para Serena em 2016. Foi o último encontro entre elas.

Em sua 10ª final de Wimbledon, ela mira a oitava conquista, podendo se aproximar ainda mais de Martina Navratilova, que conquistou nove troféus de simples na grama londrina. Mas Serena já poderá se igualar ao suíço Roger Federer, que tem oito títulos no currículo.

Roger Federer não poderá alcançar o 9ª de Wimbledon, pois nesta quarta-feira (11), o sul-africano Kevin Anderson venceu o favoritíssimo Federer, cabeça de chave número um do torneio, por três sets a dois, com parciais de 2/6, 6/7(5), 7/5, 6/4 e 13/11, numa maratona das mais épicas com duração de 4h17 em partida válida pelas quartas de final de Wimbledon.

Com a vitória, Kevin Anderson terá um jogador no mínimo semelhante a ele para enfrentar nas semis: Milos Raonic ou John Isner. Enquanto Novak Djokovic enfrenta Rafael Nadal.

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