Projeto social passa a contar com aulas de acordeon no município de Armazém

O Projeto Social “Som do Coração” iniciou na última terça-feira (24) aulas de gaita (acordeão), no município de Armazém. O projeto tem o apoio da Associação Asafe, com os equipamentos e instrumentos musicais usados na aula, e também da Prefeitura Municipal com toda a estrutura local e pagamento dos professores.

O projeto

Som do Coração contava com 150 alunos mês no ano passado, segundo o idealizador do projeto Joel Cardoso Moraes, vereador no município. A expectativa para este ano é que seja possível atender 50 alunos a mais, em relação ao ano anterior, totalizando 200 alunos mês, devido a intensificação de aulas, de terças-feiras à sábados.

As aulas são ministradas nas categorias de violão, teclado, bateria, contra baixo, violino, violon celo, flauta, técnica vocal e coral infantil, agora também aulas de gaita (acordeão). Realizadas de terças à sábados, no Centro de Geração de Renda, ao lado da Epagri de Armazém, e são gratuitas. No caso das aulas de acordeão, o custo é de R$ 30 mensais, cada aluno necessita ter seu instrumento.

Matrículas

Estão sendo realizadas no Centro de Geração de Renda nas terças, quartas e quintas-feiras (para todos os projetos), das 19h00 às 21h00. As inscrições estarão abertas até o dia 15 de maio.

Cronograma de aulas

  • Terça-feira: (Gaita) Acordeão, das 13h00 às 22h00;
  • Quarta-feira: Violão, das 08h00 às 21h30;
  • Quinta-feira: Violino, violon celo, canto coral infantil e técnica vocal, das 13h00 às 22h00;
  • Sexta-feira: Bateria, teclado e contrabaixo, das 08h00 às 17h00;
  • Sábado: Sopro e violino, das 14h00 às 19h00.

Criação do projeto

Idealizado em 2011, com a ideia de estruturar uma orquestra no município de Armazém. Atualmente atende centenas de crianças e jovens do município de Armazém. Os idealizadores do projeto são, Joel Cardoso Moraes e a esposa Márcia Caetano Moraes.

Márcia, que é a pedagoga do projeto, conta que o nome foi inspirado no filme “O Som do Coração”. “O projeto e o filme ficaram nos nossos corações. Era um desejo nosso e de Deus também, pois no filme ele resgata crianças e transforma vidas”. Segundo ela a maior dificuldade é financeira. “Os instrumentos são caros e muitos alunos não conseguem adquirir”, afirma. “Eu imaginava que nosso município não tinha pobreza, mas descobrimos muitas famílias carentes. Podemos afirmar que, pelo menos 30% dos alunos não têm condições de comprar o instrumento”, admite.

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