92,3% dos eleitores brasileiros não votariam em Michel Temer para presidente e 50% deram nota zero para sua administração

Em pesquisa realizada pela empresa de pesquisas: #PESQUISA365, foram entrevistados 2.000 eleitores de 85 cidades, incluindo-se as 27 capitais, entre os dias 02 e 07 de fevereiro, a fim de saber em quem o brasileiro pretende votar para presidente do Brasil, nas eleições gerais de 2018.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o nº de identificação BR-05162/2018. A margem de erro é de 2,2%, para mais ou para menos, com grau de confiabilidade de 95%.

Para avaliar a força eleitoral do nome de Luiz Inácio Lula da Silva na atual conjuntura, o mesmo foi confrontado com outros 16 possíveis candidatos. Em seguida, dois cenários foram considerados: 1º turno, com 12 nomes permanentes em ambos e 5 variantes em cada um.

Nesses cenários, a empresa identificou o potencial de votos dos candidatos, perguntando não somente a 1ª opção de voto (como é feito tradicionalmente), mas também uma 2ª opção, baseada no questionamento aos entrevistados sobre qual outro nome eles escolheriam, caso a sua primeira indicação deixasse de concorrer.

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“Na rejeição, utilizamos método idêntico, questionando aos participantes em quem eles não votariam de jeito nenhum e qual o segundo nome que não escolheriam. Naturalmente, a soma das duas respostas gerou o que chamamos de potencial de rejeição”, segundo a empresa.

Foram realizados, ainda, 18 cenários de 2º turno, com situações prováveis e improváveis de confronto ao estilo “One on One, e para finalizar os participantes foram questionados sobre qual seria a reação deles se o presidente Michel Temer decidisse uma reeleição, como percebem a sua administração e qual a expectativa sobre o futuro do Brasil a partir de 2019.

› Visualize o relatório completo da pesquisa.

Com condenação, cenário pode ser outro

“[…] Com a condenação, o petista pode vir a ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa e acabar impedido de participar das eleições deste ano. Mas essa relação de causa e efeito não é direta e os aliados de Lula acreditam que ele poderá se candidatar à Presidência mesmo com a derrota no julgamento de hoje. […]”, é o que afirma o site Último Segundo do Portal IG, leia a reportagem completa aqui.

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