A expectativa era que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata de eleições diretas em caso de vacância dos cargos de presidente da República e vice, fosse votada nesta quarta-feira, foi frustrada. A matéria, diga-se de passagem, bastante conflitante, ficou de fora da pauta da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. O presidente da comissão, Rodrigo Pacheco justificou a retirada de pauta dizendo que o assunto é polêmico e precisa ser votado em uma reunião convocada especificamente para ela. A PEC, do deputado Miro Teixeira (Rede), determina eleição direta a qualquer tempo do mandato, caso fiquem vagos os cargos de presidente e vice-presidente da República. A regra só não se aplicaria nos seis últimos meses, quando a escolha ficaria a cargo do Congresso Nacional. Após adiar decisão, CCJ marca nova reunião e exclui da pauta PEC das Diretas. Hoje, a Constituição determina que a eleição seja indireta caso o País fique sem presidente menos de dois anos antes do término do mandato. Se a PEC passar pela Comissão de Constituição e Justiça, será criada uma comissão especial para tratar do assunto, e deve mais uma vez provocar uma guerra entre situação e oposição. O fato que uma proposta como essa nesse momento vem mais uma vez demonstrar o oportunismo de alguns partidos, pois em caso de eleição direta a pergunta que fica é quem se beneficiaria com isso. Hoje sabemos que segundo a pesquisa feita pelo Datafolha, no mês passado os três primeiros colocados são Lula, Bolsonaro e Marina Silva. Alias “por um acaso” Marina Silva e filiada a REDE, mesmo partido do deputado que apresentou a proposta e a única que ainda não aparece em delações.

DOENÇAS CRÔNICAS – REDES SOCIAIS

Os aplicativos de smartphones já fazem parte de nossa vida bem como também as redes sociais. Seja para informação ou para trocar mensagens praticamente todos já somos usuários desse tipo de serviço. Uma pesquisa feita pela CNDL e SPC Brasil mostra como e quando esses aplicativos são usados. Segundo a pesquisa, aplicativos usados para troca de mensagens instantâneas são usados por 55% das pessoas, de transporte particular (18%) e geolocalização (15%) são os mais utilizados pela população brasileira. Completam o ranking os aplicativos para realizar transações bancárias (12%), de comida delivery (8%) e de paquera (7%). No total, 66% dos brasileiros que possuem smartphone e usam aplicativos.
Já as redes sociais e aplicativos para trocas de mensagens favoritos dos entrevistados são Whatsapp (73%), Facebook (54%), Youtube (20%), Instagram (18%) e Twitter (8%). Dentre os entrevistados que usam redes sociais, a principal finalidade da ferramenta é manter contato com amigos e familiares, citada por 63% de seus usuários. Os que usam as redes sociais para passar o tempo são 61% dos entrevistados. Há ainda 42% que as utilizam para manter-se informado e 32% que buscam informações para o trabalho.

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